30/09/11

BOLINHA DE PAPEL

Quando mais jovem, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva e na menor provocação, explodia magoando meus amigos. Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado. Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva, e me entregou uma folha de papel lisa e dizendo: Amasse-a! Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha. Agora – voltou a dizer-me, deixe-a como estava antes. É óbvio que não pude deixa-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de dobras. Então, disse-me o professor: O coração das pessoas é como esse papel... a impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados. Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro deste papel amassado. A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas muitas vezes é tarde demais. Alguém disse, certa vez:

"Fale quando tuas palavras sejam tão suaves como o silêncio".

O ódio que se guarda vai matando só quem sente

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: - Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele. Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: - O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: - Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: - Filho como está se sentindo agora? - Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: - Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente: - Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras; Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações; Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos; Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter; Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.

31/07/11

Crer na própria capacidade

“Sem saber que era impossível, ele foi lá e fez.”
(Jean Cocteau)

25/07/11

Perseverança

Quando nada parece ajudar, eu olho
o cortador de pedras martelando sua rocha
talvez cem vezes sem que nem uma só
rachadura apareça. No entanto, na centésima
primeira martelada, a pedra se abre em duas
e eu sei que não foi aquela que conseguiu,
mas todas as que vieram antes.
(Jacob Riis)

26/06/11

O MESTRE E O ESCORPIÃO




Um mestre oriental  viu  um que escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
"Desculpe-me, mas você é teimoso ! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?"
O mestre respondeu:
"A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar".
Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. "Quando a vida te apresentar mil razões para chorar, mostre-lhe que tens mil e uma razões pelas quais sorrir."
Pense Nisso !!!

O LÍRIO E O ESPINHO



Certa vez ao passar perto de um pântano,um grupo de turistas foram atraídos por um irresistível aroma,curiosos saíram da estrada, para encontrar tão agradável cheiro. Ao se aproximarem do pântano viram surpresos em meio a lama, um lindo lírio branco como a neve. Ficaram observando por algum tempo, E VIRAM A CAUSA DO AGRADÁVEL CHEIRO: enquanto o vento batia no lírio o empurrava contra um espinho e ao ser machucado ele exalava o delicioso cheiro.
As lutas que vem sobre tua vida são como o espinho,
te machucam, é verdade! Mas, tuas lágrimas é o louvor, são o suave cheiro que agrada o jardineiro...
Permaneça na fé e na esperança, pois DEUS é o teu fiel jardineiro, e não vai te desamparar e nem deixar tua fé morrer, pelo contrário tua alma vai conhecer um
DEUS maravilhoso e que recompensa aqueles que são provados.