25/04/2011

Transfusão de sangue

Uma menininha sofria de uma terrível e rara doença e estava internada num dos melhores hospitais da cidade. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que tinha nascido sem a doença e parecia ter desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico chamou o pequeno menino, explicou toda a situação e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Ele hesitou um pouco, mas depois de uma profunda respiração ele disse:
-"Tá certo, eu topo já que é para salvá-la....".
A medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como os Pais que observavam, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
-"Doutor, é agora que eu vou começar a morrer?"
Por ser tão pequeno e inocente, o menino pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!
Mas mesmo tendo entendido mal, ele havia concordado.
Para o médico e os familiares era uma transfusão, mas para o menino ele tinha aceitado dar todo o seu sangue para salvar a irmã.

Quando somos pequeninos e inocentes somos dispostos a grandes gestos de amor ao próximo e, com o passar dos anos, com o amadurecimento acabamos sendo contaminados pelas coisas que vivemos e abrimos mão de gestos de amor ao próximo. Nos omitimos e justificamos nossos atos.
Um homem nos deixou esse exemplo dos inocentes. Ele derramou todo o seu sangue por você.
Pra você ter a noção do tamanho deste gesto se pergunte. Você seria capaz de fazer o mesmo por ele?

Parábola da Indecisão


Havia um grande muro separando dois grandes grupos.
De um lado do muro estava  Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estava Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. 
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:

- Ei, desce do muro agora... Vem pra cá!

Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:

- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

- É porque o muro é MEU.

Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono. Pense nisso.

19/04/2011

QUEM ESTÁ NO COMANDO !



Era uma agradável manhã de primavera quando um jovem rico saiu para dar uma volta no seu novo cavalo. Infelizmente, embora não soubesse, ainda era quase selvagem. Assim que sentiu o cavaleiro sobre a sela, o animal pôs as orelhas para traz e disparou à toda pela pista calma. Em vão, o jovem cavaleiro tentou controlar sua montaria. O animal não obedecia. Tudo o que o homem podia fazer era lançar os braços ao redor do pescoço do animal e se segurar da melhor maneira possível.
_Onde você vai com tanta pressa? - gritou um amigo do cavaleiro, enquanto se punha em segurança numa vala.
- Como vou saber? - gritou o jovem, enquanto era levado.
_ Não sou eu quem está no controle. É melhor perguntar ao cavalo.


Temos sempre que saber na verdade quem está no comando, no controle da situação.
DEIXA DEUS NO COMANDO DA TUA VIDA
E COM CERTEZA VERÁS A VITÓRIA!!!!!

A cerca



Era uma vez um menino com temperamento muito forte. Seu pai deu-lhe um saco de pregos, dizendo-lhe que cada vez que ele ficasse furioso (bravo) pregasse um prego na cerca do fundo da casa.


No primeiro dia o garoto pregou 37 pregos, mas gradualmente ele foi se acalmando. Descobriu que era mais fácil "segurar" seu temperamento do que pregar os pregos na cerca.


Finalmente chegou o dia em que o garoto não se enfureceu nenhuma vez. Contou ao pai o que havia sucedido e o pai sugeriu-lhe que, de agora em diante por cada dia que conseguisse segurar seu temperamento retirasse um dos 37 pregos.


Passou-se o tempo e o garoto finalmente pôde dizer ao pai que tinha retirado todos os pregos.


O pai tomou o filho pela mão e levou-o até a cerca dizendo-lhe:


- Você fez muito bem meu filho, mas a cerca nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas quando está furioso, elas deixam uma cicatriz assim como as marcas da cerca. Você pode fincar e retirar uma faca em um homem. Não importa quantas vezes você possa dizer: "desculpe", a ferida mesmo assim permanecerá. Uma ferida verbal é tão ruim (maligna) quanto uma ferida física. Amigos são uma jóia muito rara. Eles fazem você sorrir e estimulam você a ter sucesso. Eles emprestam um ouvido amigo, repartem uma palavra de elogio, eles querem sempre abrir seus corações para nós."

20/03/2011

A cadeira Vazia


Um sacerdote foi chamado pela filha de um homem que se achava muito enfermo, e que necessitava de orações.
Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas. Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.
_ Suponho que estava me esperando? _, perguntou-lhe.
_ Não, quem é você? _, respondeu o homem enfermo.
_ Sou o sacerdote que a sua filha chamou para que rezasse com você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.
_ Ah sim, a cadeira... você não se importa de fechar a porta?
O sacerdote fechou a porta. O homem enfermo lhe disse:
_ Nunca contei isto para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido a rezar. Quando eu ia para a igreja e ouvia algo a respeito da oração, como se deve orar e os benefícios que recebemos através dela... mesmo assim, não queria saber de orações! Entrava-me por um ouvido e saía por outro. Assim sendo, não tenho ideia de como rezar. Então, há muito tempo abandonei por completo a devoção. Assim eu vivia até alguns anos atrás, quando conversando com meu melhor amigo ele me disse:
_ José, orar é simplesmente ter uma conversa com Jesus, e isto eu sugiro que você não deixe de fazer... Você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado nela, bem diante de você. Isto não se trata de insanidade, pois ele próprio certa vez nos disse: "Eu estarei sempre com vocês". Portanto , você deve falar com ele e escutá-lo, da mesma forma como está fazendo comigo agora.
Pois assim eu aprendi e me adaptei à ideia. Desde então tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja, pois me internaria num manicômio imediatamente. O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que vinha fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo. Em seguida rezou com ele. Deu-lhe uma bênção e foi para a sua paróquia. Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido. O sacerdote perguntou:
_ Ele faleceu em paz?
_ Sim, quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto. Disse-me que me queria muito e me deu um beijo. Quando eu regressei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto. Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente, antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e recostou sua cabeça nela. foi assim que eu o encontrei. O que será que isto poderia significar?
O sacerdote, profundamente estremecido, enxugou as lágrimas e lhe respondeu:
_ Oxalá que todos pudéssemos partir dessa maneira.

20/02/2011

Corrida dos Sapinhos

Era uma vez uma corrida de sapinhos. 
Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.
Começou a competição.
A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar:
_Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir.
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.   Seja surdo aos apelos negativos.

Autor desconhecido